Preso desde o último dia 7 na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem dedicado boa parte do seu tempo à leitura de livros. Entre as suas escolhas, de acordo com informações do colunista Ancelmo Gois, de O Globo, estão três obras sobre espiritualidade, de autoria de frei Betto: “Um homem chamado Jesus” (Rocco), “Um Deus muito humano” (Fontanar) e “Fome de Deus” (Paralela). Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex no Guarujá (SP). Sua prisão foi decretada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância. + Poderá haver redução da pena de Lula no STJ ou no STF, diz Gilmar O magistrado também proibiu que o ex-presidente receba a visita de amigos. Apenas advogados e familiares estão autorizados a ver o petista. Ele está acomodado em uma "sala especial", isolado dos demais detentos. O objetivo, segundo informações da PF, é mantê-lo distante de seus delatores, a exemplo do ex-ministro Antonio Palocci e do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS. Ambos também estão presos na sede da Polícia Federal em Curitiba.

 Preso desde o último dia 7 na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem dedicado boa parte do seu tempo à leitura de livros.
Entre as suas escolhas, de acordo com informações do colunista Ancelmo Gois, de O Globo, estão três obras sobre espiritualidade, de autoria de frei Betto: “Um homem chamado Jesus” (Rocco), “Um Deus muito humano” (Fontanar) e “Fome de Deus” (Paralela).
Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex no Guarujá (SP). Sua prisão foi decretada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância.

O magistrado também proibiu que o ex-presidente receba a visita de amigos. Apenas advogados e familiares estão autorizados a ver o petista. Ele está acomodado em uma "sala especial", isolado dos demais detentos.
O objetivo, segundo informações da PF, é mantê-lo distante de seus delatores, a exemplo do ex-ministro Antonio Palocci e do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS. Ambos também estão presos na sede da Polícia Federal em Curitiba.